O descaso secular com o patrimônio bibliográfico manuscrito colonial

a ponta do iceberg

Autores

  • Walmira Costa

Palavras-chave:

Manuscrito Colonial, Patrimônio Bibliográfico Documental, Irmandades Religiosas, Termos de Compromisso

Resumo

O objetivo deste artigo é mostrar como o patrimônio bibliográfico documental manuscrito produzido no Brasil colonial ainda é pouco valorizado, e como o artigo 1º da Lei 5471 de 09 de julho de 1968 o exclui, principalmente no que se refere aos livros manuscritos mandados fazer pelas irmandades religiosas de leigos nos séculos XVII e XVIII. Muitos desses livros são os únicos testemunhos da arte da iluminura timidamente praticada nas capitanias do Brasil. Apesar das poucas referências acerca desse assunto, este artigo pretende discutir a importância destes livros e da demais documentação manuscrita produzida no período colonial, ainda desconhecida por muitos, assim como tentar buscar o motivo pelo qual as leis brasileiras vigentes de proteção do patrimônio histórico, artístico e cultural até a presente data ainda não considera estes livros como valiosos e emblemáticos dentro do contexto da cultura documental brasileira.

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Publicado

2020-12-30

Como Citar

COSTA, Walmira. O descaso secular com o patrimônio bibliográfico manuscrito colonial: a ponta do iceberg. Memória e Informação, [S. l.], v. 4, n. 2, p. 240–256, 2020. Disponível em: https://ojs.braso.dev.br/index.php/fcrb/article/view/141. Acesso em: 27 set. 2026.