Núcleo de prática jurídica como lugar de memória
estudo de caso da Universidade Estadual Do Sudoeste Da Bahia
Palavras-chave:
núcleo de prática jurídica, lugar de memóriaResumo
O presente trabalho tem como finalidade central apresentar a interlocução entre o trabalho desenvolvido pelo historiador francês Pierre Nora com as práticas educacionais e assistenciais realizadas pelas Instituições de Ensino Superior no espaço físico denominado de Núcleo de Práticas Jurídica (NPJ). Nesse sentido, busca-se responder à seguinte questão problema: “Em que medida o Núcleo de Prática Jurídica pode ser compreendido como um dispositivo institucional de produção e preservação de memória coletiva no campo do ensino jurídico e do acesso à justiça?”. Para que fosse possível chegar a uma resposta, a pesquisa adotou como metodologia o estudo de caso do Núcleo de Práticas Jurídicas da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, campus Vitória da Conquista/BA, valendo-se da pesquisa bibliográfica, com abordagem qualitativa, através do método dedutivo, tendo como aporte teórico principal o artigo: “Entre Memória e História: A Problemática dos Lugares” de autoria de Pierre Nora, com tradução realizada por Yara Aun Khoury. Por meio do levantamento realizado, em interdisciplinaridade entre direito, memória, ensino e geografia identificou-se que o ambiente denominado de Núcleo de Prática Jurídica representa de maneira fidedigna um “lugar de memória”, em suas dimensões simbólica, material e funcional, tendo em vista o seu significado, a sua representatividade e a memória coletiva da sociedade de Vitória da Conquista/BA dos assistidos que usufruíram dos seus serviços jurídicos gratuitos e dos alunos que realizaram a sua formação prática no NPJ.
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença
Direitos autorais (c) 2026 Memória e Informação

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
O periódico se reserva o direito de efetuar, nos originais, alterações de ordem normativa, ortográfica e gramatical, com vistas a manter o padrão culto da língua, respeitando, porém, o estilo dos autores. As provas finais não serão enviadas aos autores.
Os trabalhos publicados passam a ser propriedade do periódico Memória e Informação, sendo vedada sua reprodução total ou parcial, sem a devida autorização da Comissão Editorial, exceto para uso de estudo e pesquisa. Deve ser consignada a fonte de publicação original. Os originais não serão devolvidos aos autores. As opiniões emitidas pelo autores dos artigos são de sua exclusiva responsabilidade.
A Memória e Informação estará licenciada sob uma Licença Creative Common.
